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Para que serve uma relação?

Recebi através de uma msg de e-mail (tipo power point) e achei que merecia uma atenção, pois fala de coisas banais mas também de um sentimento de cumplicidade profundo. Por isso quero compartilhá-lo com vcs.

Para que serve uma relação?

Definição mais simples e exata sobre o sentido de mantermos uma relação?
"Uma relação tem que servir para tornar a vida dos dois mais fácil".
Vou dar continuidade a esta afirmação porque o assunto é bom, e merece ser desenvolvido.
Algumas pessoas mantém relações para se sentirem integradas na sociedade, para provarem a si mesmas que são capazes de ser amadas, para evitar a solidão, por dinheiro ou por preguiça. Todos fadados à frustração.Uma armadilha.
Uma relação tem que servir para você se sentir 100% à vontade com outra pessoa, à vontade para concordar com ela e discordar dela, para ter sexo sem não-me-toques ou para cair no sono logo após o jantar, pregado.
Uma relação tem que servir para você ter com quem ir ao cinema de mãos dadas, para ter alguém que instale o som novo, enquanto você prepara uma omelete, para ter alguém com quem viajar para um país distante, para ter alguém com quem ficar em silêncio, sem que nenhum dos dois se incomode com isso.
Uma relação tem que servir para, às vezes, estimular você a se produzir, e, quase sempre, estimular você a ser do jeito que é, de cara lavada uma pessoa bonita a seu modo.
Uma relação tem que servir para um e outro se sentirem amparados nas suas inquietações, para ensinar a confiar, a respeitar as diferenças que há entre as pessoas, e deve servir para fazer os dois se divertirem demais, mesmo em casa, principalmente em casa.
Uma relação tem que servir para cobrir as despesas um do outro num momento de aperto, e cobrir as dores um do outro num momento de melancolia, e cobrirem o corpo um do outro, quando o cobertor cair.
Uma relação tem que servir para um acompanhar o outro no médico, para um perdoar as fraquezas do outro, para um abrir a garrafa de vinho e para o outro abrir o jogo, e para os dois abrirem-se para o mundo, cientes de que o mundo não se resume aos dois.

Dr. Drauzio Varela



- Postado por: Luiza às 17h44
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Não corra atrás das borboletas

             
Muitas vezes, passamos um longo tempo de nossas vidas, correndo desesperadamente atrás de algo que desejamos, seja um amor, um emprego, uma amizade ou uma casa.
Se isso está acontecendo com você, reflita sobre o seguinte: Não corra atrás das borboletas; cuide do seu jardim e elas virão até você.
A vida usa símbolos para que possamos entender que, antes de merecermos aquilo que nós desejamos, precisamos estar prontos e maduros.
Devemos compreender, que a vida segue o seu fluxo e que ele é perfeito. Tudo acontece no seu devido tempo. Nós é que nos tornamos ansiosos e estamos constantemente querendo 'empurrar o rio'. O rio corre sozinho, obedecendo o ritmo da natureza.
Se passarmos todo o tempo desejando as borboletas e reclamando porque elas não se aproximam da gente, embora vivam no jardim do nosso vizinho, elas realmente não virão.
Mas, se nos dedicarmos a cuidar do nosso jardim, a transformar o nosso espaço (a nossa vida) num ambiente agradável, perfumado e bonito, será inevitável; as borboletas virão até nós.
Dê o que você tem de melhor e a vida lhe retribuirá.

Tenha um lindo dia de sol!!!



- Postado por: Luiza às 10h05
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Estatuto para o momento presente!

- Todos os homens são diferentes. E devem fazer o possível para continuarem sendo.
- A todo ser humano foram concedidas duas qualidades: o poder e o dom. O poder dirige o homem ao encontro com o seu destino, o dom o obriga a dividir com os outros o que há de melhor em si mesmo.
- A todo ser humano foi dada uma virtude: a capacidade de escolher. O que não utiliza esta virtude, a transforma em uma maldição e outros escolherão por ele.
- Todo ser humano tem direito a duas bênçãos : a de acertar, e a de errar. No segundo caso, sempre existe um aprendizado que o conduzirá ao caminho certo.
- Todo ser humano tem um perfil sexual próprio, e deve exercê-lo sem culpa - desde que não obrigue os outros a exercê-lo com ele.
- Todo ser humano tem uma lenda pessoal a ser cumprida, e esta é a sua razão de estar neste mundo. E ela se manifesta através do entusiasmo!
Parágrafo único: pode-se abandonar por certo tempo a lenda pessoal, desde que não se esqueça dela, e volte assim que for possível.
- Todo ser humano tem direito à busca da alegria, e entende-se por alegria algo que o deixa contente não necessariamente aquilo que deixa os outros contentes.
- São considerados faltas graves apenas os seguintes itens: não respeitar o direito do próximo, deixar-se paralisar pelo medo, sentir-se culpado, achar que não merece o bom e o mal que lhe acontece na vida, e ser covarde.
Revogam-se as disposições em contrário.



- Postado por: Luiza às 18h48
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A PIOR MENTIRA


Sendo dolorosíssimo o preço que se paga pela dissimulação e manutenção das máscaras, não é à toa que Renato Russo cantava que "mentir para si mesmo é sempre a pior mentira". Além disso, o esforço para reparar as atitudes desonestas que vivemos cometendo conosco mesmos também deve ser grande... e corajoso!

Quantas vezes negamos, em nós, certas emoções autênticas? Mesmo diante de situações que nos tenham machucado muito, será que devemos ignorar nossos sentimentos (o que equivale a nos ignorar) nesses momentos?

Hammed diz que a reparação é o ato de compensar ou ressarcir prejuízos que causamos, não apenas aos outros, mas também a nós mesmos, através de posturas inadequadas. Ou seja, abrir mão de nossos sentimentos em favor de alguém, somente para receber a aprovação e consideração alheia fará com que as máscaras que carregamos, se mantenham mais firmes e fixas.

Viver o direito de sentirmos nossas emoções, é como sermos honestos conosco mesmos.

Do contrário, nossa capacidade de sentir corretamente diminui. E a interpretação equivocada da vida nos conduz a buscas irreais, também, porque não entendemos nossos sentimentos; o que torna difícil a reparação das faltas.Aceitar nossas emoções, entendê-las, aprender a conviver com algumas e, aos poucos, eliminado outras é fundamental.

Sentir é diferente de agir, pois não é um ato em si.

Sentir raiva, por exemplo, é diferente de cometer uma violência. Ou, sentir afeto é diferente de acariciar. É preciso discernir qual decisão tomaremos diante de nossas emoções e não censurá-las por sentí-las. Daí a importância do esforço na procura do saber lidar com nossas emoções. E, me permitir sentí-las é exercício para que eu controle minhas emoções.

A autorepressão não é o melhor caminho para o entendimento do que sinto.

Análises frequentes sobre nossos comportamentos nos ajudarão a identificar os atos incorretos que vivenciamos, associando-os aos sentimentos que os originaram e, partir daí, equilibrá-los. Reparar nossas faltas conosos mesmos é a fórmula feliz para evitar dores.

Posso assumir minha individualidade ou reprimí-las. A censura, neste caso, poda, fere. E, apontar no outro suas falhas, às vezes parace nos dar uma falsa sensação de que somos melhores. Confrontar muitas de nossas emoções é fundamental para que, cada vez mais, assumamos o compromisso do desenvolvimento de nossa estabilidade emocional, uma atividade pessoal e intransferível.

Lembrando ainda amúsica, é necessário acabar com os esforços que fazemos para achar desculpas e culpados para todas as nossas insatisfações. Ao contrário, é preciso que enxerguemos as tribulações da vida como oportunidades de crescimento, onde a própria vida parece nos convidar ao exercício de nossas potencialidade latentes e positivas da alma, encarando a verdade de que, no fim das contas, a decisão pelo tipo de vida emocional que levamos é individual.


 



- Postado por: Luiza às 14h10
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Eu sei, mas não deviaEu sei, mas não devia


Eu sei que a gente se acostuma.

Mas não devia.

A gente se acostuma a morar em apartamento de fundos e a não ter outra vista que não as janelas ao redor. E porque não tem vista, logo se acostuma a não olhar para fora. E porque não olha para fora, logo se acostuma a não abrir de todo as cortinas. E porque não abre as cortinas, logo se acostuma a acender mais cedo a luz. E porque à medida que se acostuma, esquece o sol, esquece o ar, esquece a amplidão.

A gente se acostuma a acordar de manhã, sobressaltado porque está na hora.

A tomar café correndo porque está atrasado. A ler jornal no ônibus porque não pode perder o tempo da viagem. A comer sanduíches porque já é noite. A cochilar no ônibus porque está cansado. A deitar cedo e dormir pesado sem ter vivido o dia. A gente se acostuma a abrir a janela e a ler sobre a guerra. E aceitando a guerra, aceita os mortos e que haja números para os mortos. E aceitando os números, aceita não acreditar nas negociações de paz. E aceitando as negociações de paz, aceitar ler todo dia de guerra, dos números da longa duração. A gente se acostuma a esperar o dia inteiro e ouvir no telefone: hoje não posso ir. A sorrir para as pessoas sem receber um sorriso de volta. A ser ignorado quando precisava tanto ser visto. A gente se acostuma a pagar por tudo o que deseja e o que necessita. E a lutar para ganhar o dinheiro com que paga. E a ganhar menos do que precisa. E a fazer fila para pagar. E a pagar mais do que as coisas valem. E a saber que cada vez pagará mais. E a procurar mais trabalho, para ganhar mais dinheiro, para ter com o que pagar nas filas em que se cobra.

A gente se acostuma a andar na rua e ver cartazes, a abrir as revistas e ver anúncios. A ligar a televisão e assistir a comerciais. A ir ao cinema, a engolir publicidade. A ser instigado, conduzido, desnorteado, lançado na infindável catarata dos produtos.

A gente se acostuma à poluição. À luz artificial de ligeiro tremor. Ao choque que os olhos levam na luz natural. Às besteiras das músicas, às bactérias da água potável. À contaminação da água do mar. À luta. À lenta morte dos rios. E se acostuma a não ouvir passarinhos, a não colher frutas do pé, a não ter sequer uma planta.

A gente se acostuma a coisas demais, para não sofrer. Em doses pequenas, tentando não perceber, vai afastando uma dor aqui, um ressentimento ali, uma revolta acolá. Se o cinema está cheio, a gente senta na primeira fila e torce um pouco o pescoço. Se a praia está contaminada, a gente só molha os pés e sua no resto do corpo. Se o trabalho está duro, a gente se consola pensando no fim de semana. E se no fim de semana não há muito o que fazer, a gente vai dormir cedo e ainda satisfeito porque tem sono atrasado. A gente se acostuma para não se ralar na aspereza, para preservar a pele.

Se acostuma para evitar feridas, sangramentos, para esquivar-se da faca e da baioneta, para poupar o peito.

A gente se acostuma para poupar a vida.

Que aos poucos se gasta, e que, de tanto acostumar, se perde de si mesma.

(Marina Colasanti)



- Postado por: Luiza às 14h00
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Para a tristeza

Companheira, sei que você vai chorar quando ler esta carta, mas quero deixar de ver você por uns tempos. Vai ser difícil para mim, pois me acostumei à sua presença, porém não vejo mais motivos para continuarmos juntas. Não nego sua importância; em diversos momentos difíceis da minha vida você permaneceu comigo, mesmo quando todos se
afastaram. Só que, com você, sinto que não ando para a frente. Esse seu pessimismo me atrapalha.

Tenho tentado evitar você de todas as maneiras, e isso não é legal. Ainda mais porque sei que se magoa por qualquer coisinha. Mas basta você chegar e lá se vai minha alegria. Não agüento mais os seus assuntos mórbidos, a sua cara desanimada. Até sexo, com você, ficou sem graça. Nada mais broxante do que gente que chora durante a transa.

Perdi anos de minha vida ao seu lado, tristeza, acreditando em tudo que você dizia. Que o amor não existe e o mundo não tem jeito. Você é péssima conselheira para suas parceiras - que o digam a Marilyn e a Sylvia*. Agora, chegou a hora de dar chance à alegria, que há muito tem mostrado interesse em passar uns tempos comigo. Ela me elogia, sabe? Você? O único elogio que eu lembro de ter ouvido de você foi que eu fico bem de olheiras.

 

Veja bem: não estou dizendo que quero acabar com você para sempre. Sei que estou presa a você, de uma forma ou de outra, pelo resto da vida. E podemos muito bem ter os nossos momentinhos juntas, aos domingos ou em longas tardes de poesia. Só não posso é continuar à mercê dos seus péssimos humores, dia após dia, sabendo que você nunca irá mudar. Chega de fornecer moradia à sua pesada existência.

Desde pequena, abro mão de muita coisa pela sua companhia. Festas a que não fui porque você não me deixou ir, paisagens lindas nas quais não reparei porque você exigiu de mim total atenção, amigas que perdi porque insisti em levar você comigo a todos os lugares. Ora, tristeza, tente ao menos ser mais leve. Sorria de vez em quando, pare um pouco de se lamentar. Ou vai continuar sendo assim: ninguém querendo ficar com você. Não vou cobrar o que deixei de ganhar por sua má influência, pois sei que tristezas não pagam dívidas. Mas quero de volta meus discos de dance music, que você tirou da prateleira. E minhas roupas estampadas, que sumiram do meu armário depois que você se instalou aqui.

Por favor, não tente entrar em contato comigo com as mesmas velhas razões de sempre. Não é a fria lógica dos seus argumentos que irá guiar meu coração daqui por diante. Quero ver a vida por outros olhos, que não os seus. Quero beber por outros motivos, que não afogar você dentro de mim. Cansei da sua falta de senso de humor, do seu excesso de zelo. Vá resolver as suas carências em outro endereço.

 

Como me disse o Lulu, hoje de manhã, no carro, a caminho do trabalho: "Não te quero mal, apenas não te quero mais".

Bye-bye,

Luiza Gaivota



- Postado por: Luiza às 13h57
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Revolução na Alma

Ninguém é dono da sua felicidade. Por isso, não a entregue nas mãos de ninguém, absolutamente ninguém.
Somos livres, não pertencemos a ninguém e não podemos querer ser donos dos desejos, da vontade ou dos sonhos de quem quer que seja.
A razão da sua vida é você mesmo.
A sua paz interior é a sua meta!
Quando sentir um vazio na alma, quando acreditar que ainda está faltando algo, mesmo tendo tudo, leve o pensamento para os seus desejos mais íntimos e busque a divindade que existe
em você...
Pare
de colocar sua felicidade cada dia mais distante.
Não coloque objetivos longe demais de suas mãos, abrace os que estão ao seu alcance hoje.
Se anda desesperado por problemas financeiros, por amor ou por conflitos, busque em seu interior a resposta para acalmá-los. Você é reflexo do que pensa diariamente.
Um sorriso no rosto é um bom começo!
Você estará afirmando para você mesmo, que está "pronto" para ser feliz.
Trabalhe, trabalhe muito a seu favor.
Pare de esperar a felicidade sem esforços.
Pare de exigir das pessoas aquilo que nem você conquistou ainda.
Critique menos, trabalhe mais.
E, não se esqueça nunca de agradecer.
Agradeça tudo que está em sua vida nesse momento, inclusive a dor.
Nossa compreensão do universo, ainda é muito pequena para julgar o que quer que seja...
Por fim, acredite que não estaremos sozinhos em nossas caminhadas, um instante sequer...
Se nossos passos forem dados em busca de justiça e igualdade!
Essa mensagem termina com um pensamento do filósofo grego Aristóteles:
"A grandeza não consiste em receber honras, mas em merecê-las."

 

(Desconheço a autoria)

 



- Postado por: Luiza às 13h42
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AS ESCOLHAS DE UMA VIDA

A certa altura do filme Crimes e Pecados, o personagem interpretado por Woody Allen diz: "Nós somos a soma das nossas decisões ". Essa frase acomodou-se na minha massa cinzenta e de lá nunca mais saiu.
Compartilho do ceticismo de Allen: a gente é o que a gente escolhe ser,o destino pouco tem a ver com isso.
Desde pequenos aprendemos que, ao fazer uma opção, estamos descartando outra, e de opção em opção vamos tecendo essa teia que se convencionou chamar "minha vida". Não é tarefa fácil.
No momento em que se escolhe ser médico, se está abrindo mão de ser piloto de avião. Ao optar pela vida de atriz, será quase impossível conciliar com a arquitetura.
No amor, a mesma coisa: namora-se um, outro, e mais outro, num excitante vaivém de romances. Até que chega um momento em que é preciso decidir entre passar o resto da vida sem compromisso formal com alguém, apenas vivenciando amores e deixando-os ir embora quando se findam, ou casar, e através do casamento fundar uma microempresa, com direito a casa própria, orçamento doméstico e responsabilidades. As duas opções têm seus prós e contras: viver sem laços e viver com laços...
Escolha: beber até cair ou virar vegetariano e budista? Todas as alternativas são válidas, mas há um preço a pagar por elas.
Quem dera pudéssemos ser uma pessoa diferente a cada 6 meses, ser casados de segunda a sexta e solteiros nos finais de semana,ter filhos quando se está bem-disposto e não tê-los quando se está cansado.
Por isso é tão importante o auto-conhecimento.
Por isso é necessário ler muito, ouvir os outros, estagiar em várias tribos, prestar atenção ao que acontece em volta e não cultivar preconceitos.
Nossas escolhas não podem ser apenas intuitivas, elas têm que refletir o que a gente é.
Lógico que se deve reavaliar decisões e trocar de caminho: ninguém é o mesmo para sempre . Mas que essas mudanças de rota venham para acrescentar, e não para anular a vivência do caminho anteriormente percorrido.
A estrada é longa e o tempo é curto. Não deixe de fazer nada que queira, mas tenha responsabilidade e maturidade para arcar com as conseqüências destas ações.
Lembrem-se: suas escolhas têm 50% de chance de darem errado mas também têm 50% de chance de darem certo. A escolha é sua.

 

Texto de: Marta Medeiros

 

Tenham todos um lindo final de semana.

 

 

 



- Postado por: Luiza às 15h12
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As páginas da vida são cheias de surpresas.
Há capítulos de alegrias, mas também de tristezas.
Há mistérios e fantasias,
sofrimentos e descobertas.
Grandes amores e grandes decepções.
Por isso, não rasgue as páginas
e nem pule capítulos,
não se apresse para descobrir os mistérios,
não perca a esperança,
pois muitos tem finais felizes.

No livro da vida o autor é você!



- Postado por: Luiza às 18h03
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14/-2 - Dia internacional do AMOR

O amor não morre. Ele se cansa muitas vezes. Ele se refugia em algum recanto da alma tentando se esconder do tédio que mata os relacionamentos.

Não é preciso confundir fadiga com desamor. O amor ama. Quem ama, ama sempre. O que desaparece é a musicalidade do sentimento. A causa? O cotidiano, o fazer as mesmas coisas, o fato de não haver mais mistérios, de não haver mais como surpreender o outro. São as mesmices: mesmos carinhos, mesmas palavras, mesmas horas... o outro já sabe! 

Falta magia. Falta o inesperado. 

O fato de não se ter mais nada a conquistar mostra o fim do caminho. Nada mais a fazer. Muitas pessoas se acomodam e tentam se concentrar em outras coisas, atividades que muitas vezes não têm nada a ver com relacionamentos. Outras procuram aventuras. Elas querem, a todo custo, se redescobrir vivas; querem reencontrar o que julgam perdido: o prazer da paixão, o susto do coração batendo apressado diante de alguém, o sono perdido em sonhos intermináveis e desejos infindos. 

Não é possível uma vida sem amor. Ou com amor adormecido. 

Se você ama alguém, desperte o amor que dorme! Vez ou outra, faça algo extraordinário. Faça loucuras, compre flores, ofereça um jantar, ponha um novo perfume...

Não permita que o amor durma enquanto você está acordado sem saber o que fazer da vida. Reconquiste! Acredite: reconquistar é uma tarefa muito mais árdua do que conquistar, pois vai exigir um esforço muito maior. Mas... sabe de uma coisa? Vale a pena! Vale muito a pena!

 

 




- Postado por: Luiza às 18h11
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Estatutos para o momento presente


 - Todos os homens são diferentes. E devem fazer o possível para continuarem sendo.
- A todo ser humano foram concedidas duas qualidades: o poder e o dom. O poder dirige o homem ao encontro com o seu destino, o dom o obriga a dividir com os outros o que há de melhor em si mesmo.
- A todo ser humano foi dada uma virtude: a capacidade de escolher. O que não utiliza esta virtude, a transforma em uma maldição e outros escolherão por ele.
- Todo ser humano tem direito a duas bênçãos : a de acertar, e a de errar. No segundo caso, sempre existe um aprendizado que o conduzirá ao caminho certo.
- Todo ser humano tem um perfil sexual próprio, e deve exercê-lo sem culpa - desde que não obrigue os outros a exercê-lo com ele.
- Todo ser humano tem uma lenda pessoal a ser cumprida, e esta é a sua razão de estar neste mundo. E ela se manifesta através do entusiasmo!
Parágrafo único: pode-se abandonar por certo tempo a lenda pessoal, desde que não se esqueça dela, e volte assim que for possível.
- Todo ser humano tem direito à busca da alegria, e entende-se por alegria algo que o deixa contente não necessariamente aquilo que deixa os outros contentes.
- São considerados faltas graves apenas os seguintes itens: não respeitar o direito do próximo, deixar-se paralisar pelo medo, sentir-se culpado, achar que não merece o bom e o mal que lhe acontece na vida, e ser covarde.
Revogam-se as disposições em contrário.




- Postado por: Luiza às 15h51
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Bom Dia!!!





- Postado por: Luiza às 15h42
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- Postado por: Luiza às 20h01
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14/02/08 - Participe!!!! DIGA NÃO A PEDOFILIA!



- Postado por: Luiza às 19h19
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SABEDORIA





- Postado por: Luiza às 18h20
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